quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Como separar o lixo.

Cada família sabe melhor do que ninguém como prefere orientar o espaço e a arrumação em sua casa. Mas, pode-se construir um “ecoponto” em casa, com caixas de papelão e alguma imaginação.
Para tornar o processo de reciclagem mais eficiente deve-se:

- Escorrer e despejar todo o conteúdo das embalagens;
- Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto;
- Retirar as rolhas e as tampas feitas de materiais diferentes aos das respectivas embalagens;
- Para evitar mau cheiro passar por água algumas embalagens;
- Depositar no ecoponto o saco que usou para transportar as embalagens usadas.
Onde e o que reciclar?
Papel e Cartão
Recicláveis
Não recicláveis
Embalagens de cartão liso/compacto
Guardanapos de papel, toalhetes, fraldas e pacotes de aperitivos
Embalagens de cartão canelado
Embalagens e papéis metalizados e plastificados
Embalagens de papel e papel de embalagens
Embalagens que tenham contido cimento, alcatrão e produtos tóxicos
Jornais e revistas
Embalagens de cartão para líquidos alimentares
Eco Sugestões

- Retirar todos os plásticos.
- Desmembrar e espalmar as embalagens de papel/cartão. Deste modo, a capacidade de armazenamento em casa e no ecoponto é aumentada e o seu transporte é facilitado;
- As embalagens que contenham resíduos orgânicos ou gorduras não devem ser depositados nos ecopontos porque a degradação destes contaminantes, em contacto com o papel/cartão, afecta a conformidade do material para reciclagem e pode dar origem a produtos de baixa qualidade ;
- As embalagens de papel/cartão que tenham contido produtos tóxicos e perigosos não devem ser depositados nos ecopontos porque podem constituir um perigo para a saúde pública, quer para os operadores da indústria de triagem e de reciclagem, quer para os consumidores de produtos reciclados.
Vidro
Recicláveis
Não recicláveis
Garrafas de vidro
Louças e Cerâmicas (Pratos, copos, chávenas, jarras mosaicos e azulejos)
Frascos e botijões de vidro
Vidros especiais (Cristal, pirex, espelhos, janelas, lâmpadas, frascos de perfumes e vidros de automóveis)
Garrafões de vidro
Vidro farmacêutico e de hospital
Tampas e rolhas das embalagens de vidro
Eco Sugestões

- Escorrer e enxaguar as embalagens de vidro evita as contaminações e mau cheiro quando armazenadas em casa ou no ecoponto;
- Os vidros farmacêuticos e de hospital não devem ser depositados nos contentores dos ecopontos porque podem constituir perigo para a saúde pública. Para estes materiais, que estão sujeitos a um tratamento próprio, existem circuitos de recolha específicos;
- As louças cerâmicas e os vidros especiais não devem ser depositados nos ecopontos porque são constituídos por materiais que não fundem à mesma temperatura que o vidro. Se introduzidos nos fornos, dão origem a objetos com defeito de fabrico;
- As tampas e rolhas por serem de composição diferente do vidro podem inviabilizar a sua reciclagem.
Plásticos
Recicláveis
Não recicláveis
Garrafas, garrafões e frascos de: água, sumos e refrigerantes, vinagre, detergentes e produtos de higiene, óleos alimentares
Embalagens que tenham contido produtos tóxicos
Esferovite
Embalagens que tenham contido produtos combustíveis e óleos
Sacos de plástico
Embalagens de manteiga, margarina e banha
Embalagens de cartão para líquidos alimentares (tetra-pak)
Copos de iogurte
Eco Sugestões

- As embalagens de plástico devem ser escorridas e enxaguadas para evitar mau cheiro na sua armazenagem;
- Espalmar as embalagens de plástico facilita o seu transporte e armazenamento em casa e no ecoponto;
- As embalagens de plástico que tenham contido gorduras não devem ser depositadas nos ecopontos porque estes resíduos interferem na qualidade do processo de reciclagem e na qualidade dos produtos reciclados;
- As embalagens de plástico que tenham contido produtos tóxicos e perigosos não devem ser depositadas nos ecopontos porque podem constituir perigo para a saúde pública, quer para os operadores da indústria de triagem e de reciclagem, quer para os consumidores de produtos reciclados.
Metais
Recicláveis
Não recicláveis
Enlatados e conservas
Embalagens de metal com restos de produtos tóxicos
Latas de bebidas
Objetos que não sejam embalagens: tachos, panelas, talheres, etc
Aerossóis vazios
Ferramentas
Tabuleiros de alumínio
Eletrodomésticos
Outras embalagens de metal
Pilhas e baterias
Eco Sugestões

- Espalmar as embalagens de metal facilita o seu transporte e armazenamento em casa e no ecoponto;
- Os eletrodomésticos não devem ser depositados nos ecopontos porque são constituídos por diferentes materiais e mecanismos elétricos e eletrônicos para os quais existem circuitos específicos;
Pilhas
Recicláveis
Não recicláveis
Pilhas comuns
Baterias de automóveis
Pilhas de relógios de pulso, etc…
Eco Sugestões

- As pilhas não devem ser depositadas nestes ecopontos porque são compostas por metais pesados que podem contaminar os restantes materiais destinados à reciclagem e constituir um perigo para a saúde pública;
- As pilhas devem ser depositadas nos lugares próprios para esse fim

Informação nunca é demais para não pôr a perder todo um trabalho, misturando-se material indevidamente. Tudo o que não é reciclável, deve ser encaminhado para pontos de compra ou coleta, como ferro velho, farmácias, lojas, shoppings, etc.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Momento Cozinha!


Sabe aquele resto de comida que muitas vezes vai para o lixo?
Você sabia que poderiam virar pratos deliciosos?

Confira nesse slide que contém várias receitas de dar água na boca!



Confira em: http://tvecologica.wordpress.com/2009/05/26/receitas-com-sobras-de-alimentos-vamos-evitar-o-desperdicio/

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Jovens da Associação Comunitária Bastianense, de Retirolândia, BA, mostram como preparar pratos nutritivos e saborosos com folhas, talos e restos de alimentos

Texto José Augusto Bezerra 
Fotos Kleide Teixeira 


Empanados de chuchu, suco de folhas de cajá e bifes de assa-peixe: exemplos do uso adequado dos nutrientes contidos nos alimentos
Segundo estudiosos, é um problema de ordem cultural. O brasileiro orgulha-se de fartura à mesa. Compra mais do que precisa, alegando que "é melhor sobrar do que faltar", especialmente quando recebe os amigos. Grosso modo, apenas aqueles cujas vidas foram ameaçadas pela fome ou longos períodos de privação aprenderam a evitar desperdícios. É o caso da comunidade de Bastião, povoado com 80 famílias do município de Retirolândia, na Bahia. Com a construção de cisternas na região, capazes de garantir o fornecimento de água durante os períodos de seca (leia "A democracia das águas", nesta edição), a população local ganhou autonomia e passou a definir seus próprios caminhos. Com água fresca à disposição e ajuda do MOC - Movimento de Organização Comunitária, baseado em Feira de Santana, município-sede da região, os bastianenses começaram a empregar cabeça e braços em outras atividades, além das tradicionais extração de sisal, caprinocultura e agricultura de subsistência. Um grupo de mulheres apostou, por exemplo, na produção do energético Multimistura, composto por farelo de trigo, fubá, sementes de gergelim, girassol, abóbora e melancia, pó de folha de mandioca e pó de casca de ovo; e de um tempero caseiro feito com alho, coentro, pimenta, louro, orégano, colorífico, salsa e sal, batizado, apropriadamente, de Prosperar.
Maria Luiza, Angélica, Dézinha, Deni e Nilza mostram algumas de suas especialidades
A Multimistura é indicada em casos de anemia, fraqueza e desnutrição. Embalada em potinhos de 300 gramas, que custam um real cada, rende 60 reais mensais a cada integrante do grupo. Com o próprio tempero à mão, elas passaram a caprichar mais ainda em especialidades locais, como o empanado de chuchu e o "bife" de assa-peixe, cujas receitas apresentamos ao lado. Usar folhas e talos é sinal de inteligência e sabedoria. Os bastianenses também comem carnes, arroz, feijão, massas, leite, pão, etc., mas aprenderam a valorizar a qualidade nutricional dos alimentos, como é praxe na Europa. De maneira geral, os brasileiros escolhem a comida pela aparência. Os europeus, pelo bem que possa fazer à saúde.
Em muitos alimentos, os principais nutrientes concentram-se justamente nas folhas e talos desprezados. Quem não dispõe de assa-peixe pode usar folha de abóbora ou outras mais acessíveis. Se tiver dúvida, consulte a nutricionista da prefeitura ou do posto médico local. Improvisar também é sinal de sabedoria. Bom apetite!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vale a pena ler galera!

Em 1800, após alguns anos de constante experimentação, um professor secundário de Pavia, na Itália, fez importante descoberta. Alessandro Volta descobriu que empilhando alternadamente discos de metais diferentes (como prata e zinco, prata e cobre, ou cobre e chumbo) e entremeando estes discos metálicos com discos de flanela embebidos em água e sal ou em vinagre, a pilha de discos produzia eletricidade.
Sempre que metais diferentes forem colocados em contato através de um líquido salgado ou ácido (o vinagre, por exemplo), correrá um fluxo de elétrons de um metal para outro.
Essa descoberta levou à produção de uma grande variedade de pilhas úmidas, de fácil construção.
As pilhas de zinco e carvão foram as primeiras a serem comercializadas. As substâncias químicas mais encontradas nas pilhas e baterias, de são chumbo, níquel, mercúrio, cádmio, lítio, manganês e prata.
A reciclagem das pilhas de baterias faz-se necessária, devido a todos os seus componentes serem grandes agressores do meio ambiente ou seja, se elas não tiveram uma destinação adequada poderão poluir o meio ambiente.
Atualmente existe uma mobilização mundial no intuito de, minimizar a produção de pilhas e baterias com estas substâncias, através de novas tecnologias vem se buscando a diminuição do teor dessas substâncias na suas composições.
As baterias automotivas são as mais recicladas, pois o chumbo contido nelas é 100% reciclável, bem como o plástico, porém os processos são ainda muito rudimentares e não existe um controle ambiental apropriado o que acarreta muitas vezes na disposição inadequada dos resíduos gerados desse processo.
As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar.
Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera.
Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.
Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro:
"As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado".

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/pilhas-e-baterias/pilhas-e-baterias-1.php

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Como mudar o mundo!

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor

(Rodrigo Bentes Diniz)